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Notcias

Revista Rock Brigade – Edição no. 238 maio/06 Matéria publicada por Fernando Souza Filho Seção Up Coming

30/06/2010 por admin 0 Commentário »

Tudo começou há exatos 10 anos, quando amigos do interior do Paraná se reuniram para montar uma banda. Depois das tradicionais mudanças de formação de início de carreira, a brincadeira entre amigos começou a ficar séria e se transformou em um EP intitulado The Ritual Has Begun…, lançado em 2000. O conjunto começou então a investir no profissionalismo, a fazer uma carreira séria e, seis anos depois, o Beltane finaliza seu primeiro álbum, The Wheel Of Sabbaths, lançado recentemente de forma independente.

Formado atualmente por A. Anhaia (guitarra), Claiton Langner (baixo), Deni Ribas (guitarra), Marcelo Ferrasa (bateria) e Marco Bührer (vocal), o Beltane fi cou muito satisfeito em finalmente poder ver seu primeiro CD oficial nas lojas.

“É um CD autêntico e honesto, que mostra como realmente somos, como banda e como músicos. Procuramos urna sonoridade diferente, resgatan do um pouco da essência do rock’n'roll e do heavy metal, buscan do uma nova fórmula que enriquecesse a identidade da banda. Mes mo assim, as comparações serão inevitáveis, pois é uma necessida  de que temos de sempre criarmos referências ou rótulos”, explica o batera Marcelo Ferrasa.
“Acho que a originalidade e a maneira como o gravamos são as principais virtudes desse álbum. Procuramos fazer tudo o mais or gânico possível”, define o vocalista Marco Bührer. “Nosso lema era: esqueça triggers, samplers e simuladores. Só assim consegui mos tocar com a energia que cada música precisava. Queríamos um som mais real e a fórmula é velha e básica: guitarra plugada dire to no amp valvulado e vontade de tocar”, complementa o guitaris ta A. Anhaia.

A consciência profissional dos músicos não se resume apenas ao “pré” do álbum, mas também ao “pós”. “Sabemos que as críticas positivas e negativas virão, e encaramos com naturalidade. Por enquanto, as pessoas que adquiriram o disco têm elogiado bastante as músicas e a qualidade do CD. Alguns programas de rádio e TV regionais, direcionados ao segmento alternativo, estão executando nossas músicas constantemente e isso demonstra uma boa aceita­ção do nosso trabalho perante o público”, defende Ferrasa.

O resultado do trabalho do conjunto reflete um pouco o back ground musical dos próprios músicos, o que não é nenhuma novidade. O dife rencial do Beltane é como eles administram suas influências. “Dentro do heavy, eu procuro diversificar bastante as coisas que ouço. Gosto muito de Manowar, Saxon, Dio, Black Sabbath com o Tony Martin, Black Label Society, Ju das Priest, Slayer e muitas outras. Mas, na hora que estou cantando, compondo ou gravando, procuro ser eu mesmo. É claro que de uma forma ou de outra as influências aparecem no trabalho. Nem notamos isso, mas quem escuta o CD sempre acaba nos comparando com outras bandas”, revela Bührer. “Meu esti lo de tocar foi moldado pelas bandas de metal e progressivo dos anos 70 e 80. Posso citar Rush, Yes, Deep Purple e Iron Maiden como as principais. Em nos so trabalho, procurei tocar de acordo com a música, pois a maioria das compo sições do álbum pede uma levada mais linear. Porém, foi inevitável variar as di visões dos tempos em certos trechos. Isso é uma influência do progressivo que acaba aparecendo na hora de compor, porque já faz parte do meu modo de to car”, completa Ferrasa.




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